Maíra Norton e Bete Bullara provocaram reflexões sobre Educação Audiovisual na terceira mesa

A terceira mesa do Seminário teve a participação de Maíra Norton (Imagens em Movimento) e Bete Bullara (CINEDUC).
Maíra Norton e Bete Bullara

Maíra Norton e Bete Bullara

Maíra Norton trouxe reflexões sobre suas diferentes experiências com a educação audiovisual e o desafio de propor um projeto de Educação Audiovisual com um viés de criação, imaginação e liberdade frente à realidade disciplinar da escola. Apresentando exercícios utilizados em diferentes projetos, ela destacou que definir regras pode potencializar a criação, apostando ainda em uma análise criativa da imagem, seja audiovisual ou estática, acreditando na potência da imagem, provocando o pensamento sobre como as imagens nos afetam e porquê, buscando fazer uma análise menos explicativa e mais questionadora. Ainda assim, destacou que quaisquer metodologias são guias, mas a dinâmica da aula e os alunos vão apresentar diferentes potencialidades e desafios.
Ela reforçou a importância de uma visão crítica sobre a atuação dos projetos de educação audiovisual, sua inserção nas escolas, e de uma reflexão sobre como as relações se modificam quando as oficinas entram na escola – oficineiro com alunos, professor oficineiro com professor da escola, projeto com a escola, alunos com a escola – e se a presença de oficinas não está reforçando relações de exploração, posturas de afastamento em relação à escola, ou mesmo o discurso corrente do cinema como “redenção” e da desvalorização da origem dos alunos, de seu contexto social.
Bete Bullara recuperou o histórico do CINEDUC, um dos primeiros movimentos de trabalho com cinema e educação no Brasil, criado há 45 anos, no contexto da ditadura militar. Contendo desde o início um viés libertário, de quebra de preconceitos, inclusive estéticos, Bete salientou que as atividades do CINEDUC tiveram que conviver com o acordo MEC/USAID, que modificou o currículo de uma vertente européia, humanista para um currículo objetivo, voltado para a formação de mão de obra.
Ela destacou que permanece o desafio de acomodar as relações de poder, muitas vezes pouco claras, como as demandas de patrocinadores, a entrada de pessoas estranhas ao ambiente da escola para promover oficinas ou exercícios, e a possibilidade de abertura para a criação, para dar voz aos alunos.
Segundo ela, o cinema tem um enorme potencial mas não pode ser visto como panacéia, algo que vai resolver sozinho os problemas da educação, discurso que tem circulado. Para ler o cinema, é preciso saber ler o social, as falas predominantes e circulantes na sociedade. Ao mesmo tempo é preciso lidar com a dicotomia currículo (visto como objetivo, pragmático, imediatista, pautado pela factualidade e funcionalidade) X arte (vista como algo subjetivo, simbólico, sem função imediata, constituída de polissemia). Os discursos não estão claros, nem para as classes mais ricas nem para as mais pobres, e as escolas já são moldadas para formar seus alunos para ocupar seus lugares específicos na sociedade. E cada vez mais vemos a mídia e menos o mundo.

Produção de jogos com estudantes e um novo olhar sobre Jogos na Saúde foram temas da segunda mesa do Seminário

A segunda mesa do seminário contou com a presença de Guilherme Xavier (CEDERJ e PUC-Rio) e Marcelo de Vasconcellos (ICICT/Fiocruz), em apresentações sobre Jogos, Educação e Saúde.
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Guilherme Xavier e Marcelo de Vasconcellos

Guilherme Xavier apresentou inicialmente alguns desafios que a escola enfrenta, como a inserção cada vez maior das tecnologias digitais na vida dos alunos, a demanda por interação, convivendo com o baixo investimento nas condições de trabalho de professores. Frente a esses desafios, o pesquisador defendeu que os jogos, como processos utilizados pelos seres humanos desde o início da vida em sociedade como instrumentos para a comunicação e a própria organização social, podem ser apropriados como uma possibilidade de trabalho, como novos instrumentos de “leitura” de mundo, em que a participação, a interatividade, são elementos constituintes. Ele destacou ainda alguns elementos constituintes dos jogos, e defendeu a produção de jogos junto com os estudantes como um caminho muito produtivo para essa articulação. Segundo ele, o ato de jogar ensina os jogadores a aprender, por tentativa e erro, e muitas vezes a superposição de conteúdos em estruturas de jogos já estabelecidas pode não ter o efeito desejado. Com isso, permanece o desafio de fazer com que jogo ditos “educativos” mantenham a qualidade da jogabilidade e da narratividade apesar de suas intencionalidades didáticas, além de provocar os alunos para a aprendizagem.
Marcelo de Vasconcellos trouxe inicialmente a defesa de uma aproximação do campo da Saúde com os Jogos, desconstruindo a noção de que jogar traga ao jogador uma vida sedentária, isolada da sociedade, ou favoreça a violência. Destacou, entretanto a presença disseminada do jogo eletrônico na sociedade. Lembrou que os jogos não nasceram com os videogames, mas existem pelo menos desde o Egito antigo, e recuperando o filósofo Huizinga (Homo Ludens, 1980), o jogo, ou a brincadeira, é inclusive anterior à cultura, como espaço de treinamento de habilidades úteis para o futuro. O pesquisador trouxe então, como contraponto à noção de jogos educativos, os conceitos de jogos aplicados, ou jogos sérios, que pretendem provocar mudanças ou ações no mundo real, mantendo como característica fundamental a diversão e da imersão dos jogos tradicionais. Marcelo apresentou então exemplos de jogos, especialmente na área da saúde, que buscam ensinar pelos processos, ou seja, que se baseiam na ideia da retórica procedimental: os jogadores, ao experimentarem processos ou situações no jogo, aprendem sobre problemas reais. Finalmente, Marcelo destacou três aspectos fundamentais dos jogos eletrônicos: interpretação – recepção do conteúdo, textual, imagético e procedimental -, configuração – manipulação da visão ou de objetos do jogo – e construção – produção de conteúdo e elementos dos jogos pelos próprios jogadores, e mesmo a criação de uma cultura ao redor do jogo.

Apropriação de tecnologias e discursos hegemônicos pautam discussão da primeira mesa do seminário

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Lívia Farias e Taís Gianella

 

A mesa da manhã, composta por Taís Gianella e Lívia Farias, contou com reflexões sobre tecnologias na educação.

Tais Rabetti Gianella (Laboratório de Tecnologias Cognitivas – NUTES/UFRJ) apresentou o trabalho de pesquisa sobre a integração de TICs no trabalho docente, realizado pelo NUTES a partir da parceria entre pesquisadores e atores da prática, como professores, alunos, profissionais de saúde e pacientes. O trabalho apóia-se na atividade situada, na problematização dentro dos contextos, desenvolvendo tecnologias juntamente com professores, ao mesmo tempo trabalhando na formação docente no e para o uso das tecnologias e analisando os processos e estratégias desenvolvidos por eles a partir das ferramentas construídas. Tais apresentou especificamente quatro pesquisas que analisaram usos do software de autoria Constructore, desenvolvido pelo NUTES.

A pesquisadora destacou a importância da parceria com os professores, oferecendo autonomia, sendo eles os potenciais agentes de mudança, já que se encontram dentro e na estruturação dos processos educacionais. Foram destacados como desafios as diferentes motivações e expectativas de alunos e professores, as dificuldades técnicas que às vezes se apresentam, a sobrecarga de trabalho, e as mudanças na dinâmica de ensino e aprendizagem, mas também ficou claro que com as experiências os processos vão sendo modificados e os professores começam a colocar-se mais confiantes para experimentar novas ferramentas e continuar modificando estruturas e praticas.

Já Lívia Farias (Pedro II/PROPED UERJ) trouxe sua pesquisa que discute os discursos presentes em políticas que falam sobre a integração das TICs na educação básica em países ibero-americanos, a partir da teoria do discurso de Ernesto Laclau. Na pesquisa, verificou-se que três principais “demandas” perpassam os documentos: a da formação docente, a da qualidade da educação e a da inserção da escola na sociedade do conhecimento. Ou seja, a escola aparece muitas vezes como espaço atrasado e desconectado das tecnologias, enquanto que os professores precisariam ser alfabetizados nas mesmas, para implementá-las e com isso garantir a qualidade no ensino e promover a competitividade e o desenvolvimento econômico dos países ibero-americanos.

Em resposta aos discursos detectados, Lívia apresentou perguntas: quais seriam esses modelos de formação docente? O que faltaria de fato em sua formação? Seriam eles desprovidos de qualidades para essa “nova” sociedade? A mera incorporação de tecnologias garantiria a qualidade? Que tecnologias seriam essas? Apenas computadores? Quais os novos modelos que poderiam superar a “educação tradicional” tida como ultrapassada? O mero acesso às TICs promovem de fato a democracia? Segundo ela, é necessário desnaturalizar certos discursos hegemônicos, pensar quais as possibilidades de interferências nessas disputas, já que os documentos dos organismos internacionais acabam muitas vezes por informar políticas públicas e em última instância o trabalho docente.

A mesa foi gravada e o link para a mesma será disponibilizado assim que possível. Enquanto isso, você pode conhecer mais do trabalho das professoras acessando os minicurrículos que incluem artigos publicados por elas.

Seminário terá transmissão online

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Acesse o Canal para acompanhar a transmissão online e visualizar as mesas da edição anterior

O Seminário de Tecnologias Educacionais em Saúde começa amanhã e terá transmissão online pelo canal no Youtube. Clique aqui para acessar o canal. Nele você poderá acessar as falas da edição anterior, acompanhar a transmissão online e inscrever-se para acessar posteriormente a gravação das mesas desta edição.

Também divulgaremos o link direto para a transmissão na nossa página no facebook.

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Quarta mesa do Seminário discute a Produção Audiovisual na Saúde

A mesa que fecha o Seminário traz uma discussão sobre a produção audiovisual na saúde, com as participações de Ieda Rozenfeld (roteirista e documentarista) e Daniela Muzi (VideoSaúde/Icict/Fiocruz).

14-02-24 - TI - Produção audiovisual na Saúde (14)-001Ieda Rozenfeld apresentará uma reflexão sobre O documentário na saúde pública. Ela é diretora e roteirista, com ênfase em documentários. Formada em Cinema (UFF) com especialização em Film and TV Business (FGV) e aperfeiçoamento em Cinema Etnográfico, imagem e pesquisa qualitativa (Fiocruz). Autora de ‘Doenças pós-enchentes’, a documentarista carioca que se especializou em produções sobre saúde pública lançou filme sobre a antiga ‘peste dos boêmios’. Uma das vencedoras do Edital do Selo Fiocruz Vídeo 2013, dirigiu o documentário “Epidemia oculta – diário de tuberculose” e está desenvolvendo um documentário sobre o Programa Mais Médicos, mostrando como as populações do Brasil vivenciam o programa de governo “mais médicos” e a opinião dos cubanos e suas famílias.

Conheça nos links abaixo mais alguns trabalhos de Ieda:

Documentário Vigilância em Saúde nos Desastres – a experiência de Rio Branco/AC

Baco nos Trópicos (trailer)

A Cultura das Águas (trailer)

Daniela Muzi vai discutir A produção audiovisual no acervo do VideoSaúde. Ela é jornalista, trabalha na VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz (Icict/Fiocruz). Mestre pelo Programa do Pós-Graduação em Comunicação da Uerj na linha de Tecnologias de Comunicação e Cultura, autora da dissertação Tecnologias e materialidades da comunicação no documentário: atores humanos e não humanos na obra de Eduardo Coutinho e especialista em Comunicação e Saúde pelo Icict/Fiocruz. Formada em Comunicação Social/Jornalismo (2001) pela mesma universidade, com formação complementar em audiovisual. Possui experiência na área de comunicação, com ênfase em audiovisual, trabalhando como repórter, documentarista e produtora cultural; e redes sociais. Faz parte do Grupo de Pesquisa Arte, Subjetividade e Mediações Sociotécnicas, coordenado pelo prof. Dr. Fernando Gonçalves e do Núcleo de Estudos de Audiovisuais em Saúde (Neavs/Icict/Fiocruz).

Conheça neste link o trabalho Comunicação em rede na contramão do SUS: uma análise da experiência da Vídeo-Saúde no Facebook, apresentado por Daniela no 1º Seminário Ciência BITS.

O Seminário começa nesta terça-feira (02/06). Você já fez sua inscrição?

 

Seminário discute Audiovisual e Educação na manhã do dia 03/06

A terceira mesa do Seminário trará Bete Bullara (CINEDUC) e Maíra Norton (Imagens em Movimento) para uma discussão sobre Audiovisual e Educação.

Bete Bullara traz a fala Ver a mídia, ver o mundo. Formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense, jornalista e fotógrafa, faz parte da equipe do CINEDUC desde 1975, onde participa de cursos e oficinas para professores, crianças e adolescentes, mesas redondas e palestras no Brasil e no exterior. Atualmente é Secretária Executiva da entidade e curadora da Mostra Geração do Festival do Rio.

Visite o site do CINEDUC para conhecer melhor o trabalho dela.

Maíra Norton vai tratar do Cinema como Oficina. Ela é formada em Comunicação pela UFRJ, mestre em Ciência das Artes pelo PPGCA/UFF com pesquisa sobre cinema e educação. Autora do livro Cinema Oficina: técnica e criatividade no ensino do audiovisual. Realizadora do documentário Na Barcaça do Tempo. Desde 2007 promove oficinas de cinema em escolas, espaços comunitários e centros culturais. Integrante do programa de pesquisa e extensão CINEAD/UFRJ, atuou na criação de escolas de cinema em escolas públicas do RJ e lecionou na escola de cinema no CAp/UFRJ. Trabalhou em diversos projetos voltados para a pedagogia do cinema, dentre eles o programa Imagens em Movimento, Inventar com a Diferença e Cinema Nosso.

Conheça um pouco da produção de Maíra acessando este artigo publicado na Revista Poiesis sobre a experiência pedagógica do cinema em Walter Benjamin.

Jogos na Educação é o tema da segunda mesa do Seminário

A segunda mesa do seminário vai contar com a presença dos pesquisadores Guilherme Xavier (PUC-Rio) e Marcelo de Vasconcellos (ICICT/Fiocruz), que trabalham e pesquisam jogos e suas interseções com a saúde e a educação.

Guilherme Xavier trará a fala Jogos Digitais Educacionais: Notas para Setup. Ele é Presidente e Game Designer da Donsoft Entertainment e Professor Doutor na PUC-Rio, onde leciona disciplinas relacionadas à projeto, imagem, mídia digital e criação e desenvolvimento de jogos. Jogador analógico e digital, se apresenta também como ludólogo e consultor para estratégias de integração entre entretenimento e atividades educacionais, instrucionais, laborais e artísticas.

Conheça neste link um trabalho de Guilherme no SBGAMES que busca destacar a importância de reconhecer padrões de participação presentes nos jogos eletrônicos.

Marcelo de Vasconcellos, cuja fala será sobre o tema Saúde em Jogo, é graduado em Desenho Industrial – Programação Visual pela Escola de Belas Artes (UFRJ), mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes (UFRJ) e doutor em Ciências pelo PPGICS do Icict / Fundação Oswaldo Cruz. É programador visual da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e professor auxiliar da Universidade Estácio de Sá. Desenvolve pesquisas na intersecção entre Comunicação e Saúde e Game Studies, focando nos temas de mediações, participação social, jogos digitais e serious games. Atualmente coordena projetos de desenvolvimento de jogos analógicos e digitais para promoção da saúde.

Acesse aqui matéria publicada sobre o projeto Jogo digital para comunicação em saúde, coordenado por Marcelo no ICICT-Fiocruz.

 

Primeira mesa do Seminário discutirá TIC na Educação

Na primeira mesa do seminário, vamos contar com a presença das pesquisadoras Lívia Farias (Pedro II/PPGED-UFRJ) e Taís Rabetti Gianella (NUTES/UFRJ), em uma discussão sobre aspectos da incorporação de Tecnologias na Educação.

Lívia Farias vai apresentar sua pesquisa em que analisa Discursos sobre o uso das TIC na educação em documentos ibero-americanos. Ela concluiu mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014) e graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011). Atualmente, cursa o doutorado em Educação no ProPEd/UERJ. Compõe o Grupo de Pesquisa “Políticas de currículo e Cultura” como técnica de pesquisa e o grupo de pesquisa ‘‘Políticas Curriculares e Formação de Professores”, ambos na UERJ. É professora de História no Colégio Pedro II. Atua principalmente nos seguintes temas: políticas curriculares, tecnologias de informação e comunicação (TIC), teoria do discurso, organismos internacionais e ibero-americanos.

Para conhecer mais da pesquisa de Lívia, clique aqui e acesse o artigo publicado na Revista Linhas (UDESC).

 

Taís Gianella vai apresentar a fala Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação em Ciências e Saúde: compartilhando experiências e reflexões. Ela possui mestrado em Educação em Ciências e Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e doutorado em Educação, Difusão e Gestão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Realizou pós-doutorado no Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde no período de 2009-2010 e foi professora visitante da mesma instituição no período de 2010 a 2011. Atualmente é Professora Adjunta do NUTES/UFRJ. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tecnologia Educacional, Educação a distância e Educação em ciências e saúde.

Clique aqui e conheça um pouco mais sobre a pesquisa de Taís, no artigo publicado na Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias em coautoria com a profa. Miriam Struchiner.

Seminário 2015 traz jogos e audiovisual à EPSJV

Em 2015 o Seminário de Tecnologias Educacionais e Educação Profissional em Saúde retorna à EPSJV para continuar a discussão sobre Tecnologias Educacionais, desta vez com ênfase em jogos e na produção e educação audiovisual.

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Ao longo da semana vamos apresentar mais informações sobre os nossos convidados.

Caso não possa estar conosco, você poderá acompanhar pela transmissão online. Fique ligado pois vamos divulgar o link no dia do evento!

Até lá!

 

Gravação da Mesa 4 – Livro Didático

Assista acima a quarta e última mesa do seminário, com a fala de Rita de Cássia Frangella (PROPED/UERJ): “O Livro Didático nas Políticas de Currículo” e Isabel Martins (NUTES/UFRJ): O Livro Didático no Ensino de Ciências.

Com essa postagem, finalizamos a divulgação da gravação das mesas do seminário. Esperamos que estas possam contribuir para novas reflexões e discussões, e que possamos encontrá-los no ano que vem!